Você aprendeu inglês com um professor britânico, mas assiste séries americanas. Ou o oposto. O resultado é uma mistura que, embora completamente funcional, pode causar confusão — especialmente com vocabulário e ortografia.
Ortografia: as diferenças mais comuns
- color (US) / colour (UK)
- center (US) / centre (UK)
- analyze (US) / analyse (UK)
- license (US) / licence (UK)
- program (US) / programme (UK)
- gray (US) / grey (UK)
- traveling (US) / travelling (UK)
Vocabulário: mesma coisa, palavra diferente
- Elevator (US) / Lift (UK)
- Apartment (US) / Flat (UK)
- Truck (US) / Lorry (UK)
- Subway (US) / Underground / Tube (UK)
- Cookie (US) / Biscuit (UK)
- Vacation (US) / Holiday (UK)
- Fries (US) / Chips (UK)
- Chips (US) / Crisps (UK)
- Diaper (US) / Nappy (UK)
- Sweater (US) / Jumper (UK)
Pronúncia: as maiores diferenças
A diferença mais marcante é o R. No inglês americano, o R é sempre pronunciado (rhotic). No britânico padrão (RP), o R no final de sílaba geralmente desaparece:
- "Car" — americano: /kɑːr/ (R final claro). Britânico: /kɑː/ (sem R)
- "Water" — americano: /ˈwɔːtər/. Britânico: /ˈwɔːtə/
- "Letter" — americano: /ˈlɛtər/. Britânico: /ˈlɛtə/
Escolha um dialeto e seja consistente. Misturar os dois vai causar estranheza para nativos dos dois lados. A maioria dos brasileiros aprende americano — e é uma boa escolha pela maior exposição no entretenimento.